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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Brasil se prepara para um verão de temperaturas extremas

Rio de Janeiro tem registrado recordes
de temperaturas verão após verão

O próximo verão promete ser um dos mais insuportáveis de todos os tempos no Brasil, com as temperaturas ultrapassando facilmente os 40ºC por vários dias seguidos nos locais tradicionalmente mais quentes, como Rio de Janeiro, Piauí e Tocantins. Segundo meteorologistas, os termômetros podem registrar calor até 4ºC acima da média.

E, diante de uma primavera que já teve dias de calor intenso em algumas regiões, muita gente já se prepara para o pior.

É que, pela primeira vez, se registra uma combinação inédita: a elevação da temperatura média do planeta por conta do aquecimento global e um fenômeno El Niño muito intenso.

De acordo com especialistas, o mundo já está 0,8ºC mais quente por conta do aquecimento global provocado pela ação humana. E tudo indica que 2015 deverá ser o ano mais quente já registrado.

Para piorar, a previsão para este ano é de que tenhamos um super El Niño, ou mesmo um El Niño monstro, como já vem sendo chamado; dos mais intensos já registrados.

O fenômeno está relacionado ao aquecimento das águas do Pacífico Sul e, em geral, à elevação das temperaturas globais. De acordo com a Organização Meteorológica Mundial, o EL Niño deste ano pode ser tornar um dos quatro mais quentes dos últimos 65 anos.

"Podemos esperar um verão mais quente, com temperaturas até quatro graus Celsius acima da média", diz o meteorologista José Antonio Marengo, coordenador-geral de Pesquisa e Desenvolvimento do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden).

"Isso ocorre por uma combinação de fatores: o aumento da temperatura por conta do aquecimento, as ilhas de calor das cidades e um El Niño intenso que estará em sua atividade máxima justamente em novembro, dezembro e janeiro."

O climatologista Carlos Nobre, atualmente na presidência da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), diz que já é possível saber que o próximo verão será seco em várias partes da Amazônia e também registrará menos chuvas do que a média no Nordeste. O Sul do país, por sua vez, será castigado por chuvas mais intensas. A grande incógnita para os especialistas é o que acontecerá no Sudeste.

"O verão terá temperaturas mais altas no Sudeste, isso podemos dizer, por conta da influência do El Niño. Mas não dá para saber ainda como será o regime de chuvas", diz Nobre.

A estiagem registrada nos últimos dois anos - com graves consequências para os níveis dos reservatórios de água - pode agravar ainda mais o problema, se voltar a se repetir. Setembro foi de chuvas na região, mas, novamente, não há ainda como prever como será o próximo mês.

O Rio de Janeiro está entre as cidades com o verão mais quente do país, ao lado de Teresina, no Piauí, e Palmas, no Tocantins. E mesmo São Paulo, tradicionalmente mais frio, terá temperaturas mais altas.

"Na Europa, na onda de calor de 2003, mais de 30 mil mortes foram atribuídas ao calor", lembra Nobre. "E as temperaturas foram de três graus acima da média. Claro, eles lá não tinham muitos locais com ar-condicionado, nem estão adaptados ao calor, mas, ainda assim."

No Sul e no Sudeste, as cidades têm planos apenas para enchentes. No Nordeste, para a seca.

Mas, até agora, por incrível que pareça, nenhuma cidade brasileira tinha um plano emergencial para lidar com o calor. Pela primeira vez, o Centro de Operações da Prefeitura do Rio - que reúne diferentes secretarias e órgãos municipais com o objetivo de responder à emergências de forma integrada – elabora um plano para ondas de calor intenso, como as que atingiram recentemente a Índia e o Paquistão, deixando milhares de mortos.

"A falta de previsão é motivo para estarmos ainda mais preparados. Não podemos correr riscos, não podemos esperar duzentas pessoas morrerem para começarmos a agir", afirma o diretor do Instituto Pereira Passos, Sérgio Besserman, que integra a força-tarefa da Prefeitura.

Leitos extras em hospitais, atendimento de emergência e campanhas públicas educativas incentivando a hidratação são algumas das medidas que fazem parte do plano de ação. As pessoas mais vulneráveis ao calor são os idosos e os bebês, cujos organismos têm menos capacidade de adaptação e defesa.

Segundo os especialistas, o maior problema do calor para a saúde não é o pico de temperatura mais elevada, mesmo que acima dos 40ºC. O grande risco é quando, ao longo de pelo menos três dias consecutivos, a temperatura máxima passa dos 36ºC e a mínima não cai abaixo dos 21ºC. Quando isso ocorre, o corpo não consegue se resfriar e tende ao superaquecimento, o que pode levar a paradas cardíacas e derrames.

Fonte: bbc.com

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

O Velho, o Menino e o Burro


Um velho resolveu vender seu burro na feira da cidade.
Como não queria chegar com o burro cansado, resolveu não montá-lo e como iria caminhar, chamou seu neto para acompanhá-lo.
O velho, o menino e o animal seguiram assim sua viagem.

No meio da estrada, alguns homens que estavam trabalhando, começaram a dar gargalhadas, fazendo chacota da cena;
”Velho burro, andando á pé enquanto puxa um animal tão jovem e forte!”
O velho então resolveu montar o animal e prosseguiram.

Mais à frente, numa lagoa, algumas velhas estavam lavando roupa e quando viram a cena, puseram-se a reclamar;
”Que absurdo! Um 'burro velho' no 'bem bom' enquanto obriga a pobre criança a caminhar”
Constrangido com a situação, o velho trocou de posição com seu neto. E seguiram viagem. Dessa vez o menino seguiu montado e o velho caminhando.

Tinham caminhado alguns metros, quando algumas jovens sentadas na calçada externaram seu espanto com o que presenciaram;
“Menino preguiçoso! Enquanto o idoso caminha, ele fica todo prazeroso em cima do animal. Tenha vergonha garoto!”
Diante disso, o velho subiu no burro e ambos seguiram montados.

Já acreditavam ter chegado a uma conclusão quando passaram em frente a barracas de escoteiros e escutaram os comentários críticos;
”Como é que pode, duas pessoas em cima de um pobre burro! Vocês são os verdadeiros animais!”.

O avô e o neto olharam um para o outro e já não sabiam como agir.
E no dia seguinte não se falava em outra coisa, a não ser da incrível história de um velho e um garoto que chegaram na cidade carregando um burro nas costas!E todos diziam caçoando "Qual dos três será o mais burro!?"

sábado, 6 de outubro de 2012

Templates para propaganda eleitoral

Aprenda a fazer propaganda eleitoral para a TV com esse vídeo:



quinta-feira, 21 de junho de 2012

O que a mídia não mostrou

Aconteceu no Rio de Janeiro e as redes de TV estão mascarando e resumindo à simples "descontentamento com a sustentabilibiidade"!!! Mentem a quantidade de pessoas e escondem o que elas reenvidicam. Enquanto isso as universidades continuam paradas no Brasil inteiro e a mídia continua fingindo que nada que está acontecendo.